Falar no WhatsApp

Estratégias de Marketing

Agência de marketing ou contratar alguém para a equipe?

9 min de leitura
Agência de marketing ou contratar alguém para a equipe?

Sexta-feira à noite, academia no Bosque Maia bombando, e o dono dividido entre receber aluno novo, responder direct no Instagram e decidir se o story da promoção ficou bom. No escritório improvisado atrás da recepção, um caderno aberto com a pergunta que não sai da cabeça de quase todo empresário de Guarulhos: agência de marketing ou contratar funcionário para cuidar disso de uma vez?

Resposta direta, sem rodeio: para a maioria dos pequenos e médios negócios locais, a agência entrega mais no começo — em vez de uma pessoa tentando ser designer, redatora e analista de anúncios ao mesmo tempo, você contrata uma equipe inteira de especialistas. Contratar alguém para a equipe passa a compensar quando o marketing vira operação diária de empresa grande, com volume suficiente para ocupar uma pessoa em período integral. O resto deste artigo é a régua para você descobrir em qual cenário a sua empresa está.

O que você realmente contrata em cada caminho?

A dúvida parece ser de orçamento, mas é de estrutura. O que muda de verdade entre os dois caminhos é o que entra pela porta na segunda-feira de manhã — e o que continua funcionando quando essa porta fecha.

Contratando uma pessoa “do marketing”

Você ganha um generalista de dedicação exclusiva: alguém que conhece o balcão como ninguém, sabe o nome dos clientes e está ali todo dia. O lado B é que marketing moderno são pelo menos cinco profissões diferentes — escrever, criar arte, rodar anúncio, cuidar do site, entender de Google. Uma pessoa só faz um pouco de cada, mestre em pouca coisa. E quando ela tira férias, fica doente ou pede as contas, o marketing inteiro da empresa sai junto com o crachá.

Contratando uma agência

Você não contrata uma pessoa, contrata uma bancada: quem escreve, quem cria a arte, quem mexe no anúncio, quem cuida do site e do Google. Já detalhamos aqui o que faz uma agência de marketing, função por função.

Agência × funcionário interno: o comparativo sem maquiagem

Colocamos os dois lados na mesma mesa, critério por critério. Reparou que não tem coluna de dinheiro? De propósito: o que separa os caminhos é tempo, escopo e estrutura — a conta financeira muda tanto de caso para caso que qualquer número aqui seria chute.

CritérioFuncionário internoAgência
Escopo de habilidadesUm generalista: faz de tudo um poucoEquipe de especialistas, um por frente
ContinuidadePara nas férias, na doença e na saída da pessoaO trabalho segue; troca de peça sem parar a máquina
Velocidade de começoLenta: contratar, treinar e ambientar leva mesesRápida: processo pronto, roda em semanas
FerramentasVocê compra e a pessoa ainda precisa aprenderJá fazem parte do dia a dia da equipe
Dedicação100% exclusiva ao seu negócioDividida entre clientes, com rotina combinada
Visão do negócioDe dentro: conhece o balcão como ninguémDe fora: enxerga o que virou paisagem para você

A leitura honesta da tabela: não existe vencedor geral, existe vencedor para o seu momento. As próximas duas seções mostram qual momento é qual.

Quando contratar alguém para a equipe compensa?

Funcionário interno brilha quando o marketing da empresa já virou operação, não projeto. Três sinais de que esse é o seu caso:

  • Volume diário de verdade. Pense numa distribuidora à beira da Rodovia Presidente Dutra, com dezenas de vendedores, catálogo novo toda semana e campanha para cada região de atuação. Tem trabalho de marketing saindo pela porta todos os dias — uma pessoa exclusiva não fica parada um minuto.
  • Marketing no centro do produto. Se a própria venda depende de conteúdo diário e resposta na hora — como uma rede de lojas com promoção relâmpago — faz sentido ter alguém sentado nas suas reuniões, não na de outro cliente.
  • Você tem tempo e repertório para gerir. Um profissional interno precisa de direção: alguém para dizer o que é prioridade, revisar e cobrar. Se esse gestor é você e você tem as manhãs livres para isso, ótimo. Se não tem, a contratação vira pato sem cabeça.

Resumo: operação grande, com marketing saindo todo dia, sustenta funcionário. O restante dos negócios locais se encaixa na próxima seção.

Quando a agência entrega mais?

Pizzaria no Picanço, clínica na Vila Galvão, oficina perto de Cumbica, pet shop na Gopoúva: o padrão se repete. O negócio precisa de site funcionando, ficha caprichada no Google, redes sociais vivas e anúncio bem montado — cinco frentes, cinco especialidades. Contratar uma pessoa para dar conta disso tudo é pedir para o mesmo funcionário ser eletricista, encanador e pintor na reforma da loja.

Some a isso o fator dono: quem toca negócio local já trabalha o dia inteiro — caixa, estoque, fornecedor. Sobrar três horas por semana para dirigir um profissional de marketing é otimismo. A agência chega com processo próprio: você aprova a direção uma vez por mês e acompanha o resultado, em vez de escrever briefing todo dia. Se essa descrição parece o retrato da sua semana, confira os sinais de que a sua empresa precisa de uma agência de marketing.

Como decidir sem achismo: 5 passos

Antes de abrir vaga ou assinar contrato, faça este dever de casa de uma tarde:

  1. Liste tudo o que o marketing precisa entregar por semana. Posts, anúncios, respostas, fotos, ajustes no site, e-mail para a base. Escreva no papel, sem filtro.
  2. Separe rotina de especialidade. Responder comentário é rotina — qualquer pessoa treinada toca. Montar campanha de anúncio e arrumar o site para o Google é especialidade — exige quem vive disso.
  3. Some as horas. Se a conta fechar abaixo de um período integral, uma contratação exclusiva vai ficar ociosa na metade do dia — ou ocupada com tarefa que a pessoa não domina.
  4. Defina como vai medir resultado antes de contratar. Ligações, visitas, orçamentos: escolha dois ou três números e combine a régua. E dê prazo realista para o trabalho engatar — temos um artigo só sobre quanto tempo uma agência leva para dar resultado.
  5. Comece pelo caminho reversível. Um projeto com escopo fechado e data de avaliação protege você dos dois lados: prova o trabalho antes do compromisso longo.

O que os números dizem sobre essa decisão

Não é frescura de empresário indeciso: o trabalho é difícil até para profissional. O relatório State of Marketing, da HubSpot, mostra que 61% dos profissionais de marketing apontam gerar tráfego e leads como o maior desafio do trabalho. Se isso é pedreira para quem vive de marketing oito horas por dia, imagine para uma contratação “faz-tudo” ou para o sobrinho que mexe bem no Instagram.

E o público não está esperando: segundo o DataReportal, o brasileiro passa em média mais de nove horas por dia conectado à internet. O cliente da sua pizzaria está online agora, entre o Internacional Shopping e o sofá de casa. A pergunta nunca foi se vale aparecer — é quem vai fazer a sua empresa aparecer, e com qual estrutura.

Perguntas frequentes sobre agência de marketing ou contratar funcionário

Posso contratar alguém agora e trocar por agência depois?

Pode, mas a transição pesa: treinamento recomeça do zero e o conhecimento acumulado vai embora com a pessoa. O caminho mais comum é o inverso — começar com agência para estruturar site, Google e anúncios, e contratar alguém interno só quando a rotina justificar dedicação exclusiva. Muita empresa fica no modelo misto: agência na estratégia, alguém da casa no dia a dia do balcão digital.

E o freelancer, entra nessa conta?

Entra como terceira via, com lógica parecida à do funcionário: uma pessoa só, com as mesmas limitações de especialidade e continuidade, mas sem vínculo e por projeto. Funciona bem para demanda pontual — um site, uma identidade visual — e fica apertado quando o marketing vira rotina de várias frentes ao mesmo tempo. Comparamos os dois modelos em detalhe no artigo sobre agência de marketing ou freelancer.

Como sei se o lado que eu escolhi está entregando resultado?

Pela régua combinada no começo — é por isso que o passo 4 da lista vem antes da contratação. Ligações, mensagens no WhatsApp, orçamentos, visitas na loja: se esses números sobem mês a mês, o trabalho está de pé; se só sobem relatórios bonitos, acenda o alerta. Temos um guia sobre como saber se a agência está entregando resultado — e os mesmos critérios valem para o funcionário interno.

Se a dúvida continua rondando o caderno, a conversa é mais fácil do que parece. A Rino Alado é agência de Guarulhos, atende negócio local desde 2016 e começa todo trabalho pelo mesmo lugar: um diagnóstico gratuito que mostra o que a sua empresa precisa de verdade — antes de qualquer proposta. E se quiser conhecer como funciona uma agência de marketing em Guarulhos feita para quem tem balcão, estoque e cliente na porta, é só chamar.

Gostou? Imagine isso rodando na sua empresa.

Site, Google e conteúdo trabalhando juntos para atrair clientes todos os dias. Comece pelo diagnóstico gratuito — leva 1 minuto.